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Criaturas lendárias & Lendas / Centauro
« Última mensagem por Hulk em Dezembro 16, 2019, 10:18:04 »
Na mitologia grega, os centauros (em grego Κένταυρος Kentauros, «matador de touros», «sem fortes», plural Κένταυρι Kentauri; em latim Centaurus/Centauri) são uma raça de seres com o torso e cabeça de humano e o corpo de cavalo.

Viviam nas montanhas de Tessália e repartiam-se em duas famílias. Uma, os filhos de Ixiom e Nefele, a nuvem de chuva, que simbolizavam a força bruta, insensata e cega. Alternativamente, consideravam-se filhos de Kentauros (o filho de Ixiom e Nefele) e algumas éguas magnésias, ou de Apolo e Hebe. Conta-se que Ixiom planeava manter relações sexuais com Hera, mas Zeus, o seu marido, evitou-o moldeando uma nuvem com a forma de Hera. Posto que Ixiom é normalmente considerado o ancestral dos centauros, pode se fazer referência a eles poeticamente como Ixiónidas. Outra, os filhos de Filira e Cronos, dentre os quais o mais célebre era Quirão, amigo de Héracles, representavam, ao contrário, a força aliada à bondade, a serviço dos bons combates.

Os centauros são muito conhecidos pela luta que mantiveram com os lapitas, provocada pelo seu intento de raptar Hipodamia no dia da sua boda com Piritoo, rei dos lapitas e também filho de Ixiom. A discussão entre estes primos é uma metáfora do conflito entre os baixos instintos e o comportamento civilizado na humanidade. Teseu, um herói e fundador de cidades que estava presente, inclinou a balança do lado da ordem correcta das coisas, e ajudou Piritoo. Os centauros fugiram. (Plutarco, Teseo, 30; Ovidio, As metamorfoses xii. 210; Diodoro Siculo iv. 69, 70.) Cenas da batalha entre os lapitas e os centauros foram esculpidas em baixorrelevos no friso do Partenão, que estava dedicado à deusa da sabedoria Atena.

Altura:2.00m
Peso:258k

O centauro aparece na iconografia cristã como uma besta infernal, tentadora de donzelas. Às vezes aparece baixo a forma de onocentauro, mistura de homem e burro com exagerados atributos sexuais.
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Criaturas lendárias & Lendas / Pégaso
« Última mensagem por Hulk em Dezembro 16, 2019, 10:17:15 »
É um cavalo alado símbolo da imortalidade. A sua figura é originária da mitologia grega, presente no mito de Perseu e Medusa (mitologia). Pégaso nasceu do sangue de Medusa quando esta foi decapitada por Perseu. Havendo feito brotar com uma patada a fonte Hipocrene, tornou-se o símbolo da inspiração poética.

Belerofonte matou a poderosa Quimera, montando Pégaso após domá-lo com ajuda de Atena e da rédea de ouro, que em seguida tentou usá-lo para chegar ao Olimpo. Mas Zeus fez com que ele derrubasse seu cavaleiro, que morreu devido à grande altura. Zeus o recompensou transformando-o na constelação de pégasus, de onde deveria dali em diante ficar à serviço do deus dos deuses.
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Criaturas lendárias & Lendas / Quimera
« Última mensagem por Hulk em Dezembro 16, 2019, 10:16:28 »
Quimera é uma figura mítica que, apesar de algumas variações, costuma ser apresentada como um ser de cabeça e corpo de leão, além de duas outras cabeças, uma de dragão e outra de cabra. Outras descrições trazem apenas duas cabeças ou até mesmo uma única cabeça de leão, desta vez com corpo de cabra e cauda de serpente, bem como a capacidade de lançar fogo pelas narinas.

Graças ao carácter eminentemente fantástico de tal figura mítica, o termo quimerismo e o adjectivo quimérico se referem a algo que não passa de fruto da imaginação.

Oriunda da Anatólia e cujo tipo surgiu na Grécia durante o século VII a.C.. Sempre exerceu atracção sobre a imaginação popular.

De acordo com a versão mais difundida da lenda, a quimera era um monstruoso produto da união entre Equidna - metade mulher, metade serpente - e o gigantesco Tífon.

Outras lendas a fazem filha da hidra de Lerna e do leão de Neméia, que foram mortos por Hércules. Habitualmente era descrita com cabeça de leão, torso de cabra e parte posterior de dragão ou serpente. Criada pelo rei de Cária, mais tarde assolaria este reino e o de Lícia com o fogo que vomitava incessantemente, até que o herói Belerofonte, montado no cavalo alado Pégaso, conseguiu matá-la.

A representação plástica mais frequente da quimera era a de um leão com uma cabeça de cabra em sua espada. Essa foi também a mais comum na arte cristã medieval, que fez dela um símbolo do mal.

Com o passar do tempo, chamou-se genericamente quimera a todo monstro fantástico empregado na decoração arquitectónica.

Em Alquimia, quimera é um ser artificial (assim como o homunculus), criada a partir da fusão de um ser humano e animal.
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O Cristo encontrado tinha pêlos humanos e algumas partes da figura são feitas com pedaços humanos.

Durante a gravação,algumas coisas estranhas acontecem.

Sem permissão para ver links. Regista te ou Entra

Se alguém souber algo mais sobre o caso,que diga  Wink
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Assuntos Místicos Generalistas / A verdade sobre a pirogénese
« Última mensagem por Nice_Man em Dezembro 14, 2019, 11:44:02 »
O fenómeno de exteriorização e transformação da energia corporal (telergia) produzindo calor até arder, chama-se pirogénese, em Parapsicologia. Do grego pirós = fogo, gênesis = produção.

Todos os fenómenos parapsicológicos de efeitos físicos são realizados sempre a menos de 50 metros de distância de uma pessoa viva. A mais de 50 metros aposentam-se todos os espíritos dos mortos, demónios, exus etc. Nada a ver com eles. É um fenómeno humano. É sintoma de um problema psicológico, geralmente inconsciente (psicorragia, por analogia com hemorragia).

Às vezes, para o observador não especialista pode ser difícil desvendar os motivos expressos pelo inconsciente.

Dona F.P.P., 30 anos, sofria porque o esposo “estava a troca-la pelos negócios. Ao menos deveria voltar para casa nos fins de semana”. Naquela noite, sexta-feira, começava mais um fim de semana, e o marido ausente...

Dona F. é perfeccionista. A sua casa parece uma tacinha de prata: sempre a tinir de limpa, tudo bem arrumado. Precisamente por isso sofria, porque o seu único filhinho, de 3 anos, ainda continuava a molhar a cama. E o cheiro... Naquela sexta-feira, já de manhã, dona F. estava numa pilha de nervos.

A empregada pusera o colchão do menino no quintal, ao sol. Dona F. foi fazer o almoço. Fogo, óleo... “Bem que Fulvinho merecia uma palmada no rabinho”.

Quando a empregada foi revirar o colchão, deu um grito, apavorada. Acudiu dona F. O colchão estava manchado de óleo, houve fogo no centro, onde deveria estar a mancha provocada pela enurese de Fulvinho. E o fogo deixara perfeitamente marcada a palma da mão, exactamente a forma e as medidas da mão de dona F. Colocou a mão na marca. Não manifestou medo nenhum, contrastando com o pânico da empregada.

O muro era altíssimo, ninguém poderia ter entrado e muito menos sem ser visto, porque as duas mulheres estavam na cozinha: a porta aberta e a janela dão ao pequeno quintal. As duas mulheres, diríamos, que se vigiavam mutuamente...

Logo visitas, amigos, vizinhos, curiosos: “Foi um espírito!” “É um alma penada!” A empregada identificou: “É fulano de tal, que jurou acabar comigo com macumbarias”.

Alguém acudiu ao Clap. E o Clap enviou uma pesquisadora para comprovar os factos e transmitir a explicação.

Dona F., sozinha, não compreenderia nem aceitaria nunca as suas próprias acções inconscientes: irritação, como o fogo que acabava de acender. Mas não pode bater no marido. E Fulvinho? O óleo que estava a usar também cheirava, mas o cheiro logo desaparecia com o fogo; porque não desaparecia o cheiro do colchão? Conscientemente não podia admitir o desejo de descarregar toda a sua irritação com uma palmada no rabinho da criança; nunca!

E o inconsciente exteriorizou tudo: fogo, óleo e palmada... no colchão!

Conserva-se este colchão no museu do Clap.
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A Rainha dos Condenados (Queen Of The Damned)
Sinopse:O vampiro Lestat (Stuart Towsend) reinventou-se a si mesmo e agora é uma grande estrela do rock contemporâneo nos Estados Unidos.A sua música acaba despertando Akasha (Aaliyah), a rainha de todos os vampiros, cujo poder é tão grande que para combatê-la todos os vampiros da face da Terra precisarão se unir a fim de evitar sua própria extinção. Mas assim como a música de Lestat inspira Akasha, que deseja fazer dele seu rei, ela também faz com que Jesse (Marguerite Moreau), uma jovem fascinada pelo lado negro da vida, se apaixone por Lestat.Filmes:2002 – A Rainha dos Condenados (Queen Of The Damned)

Elenco:Lestat de Lioncourt – Stuart Towsend
Jesse Reeves – Marguerite Moreau
Rainha Akasha – Aaliyah
Marius – Vincent Perez
David Talbot – Paul McGann
Maharet – Lena Olin
Mael – Christian Manon
Pandora – Claudia Black
Khayman – Bruce Spence
Armand – Mathew Newton
Roger Smythe – Triel Mora
Maudy – Megam Dorman
James – Johnathan Devoy
Alex – Roberto Farnham
T.C. – Conrad Standish
Jovem Jesse -Richael Tanner



Trilha Sonora:
“Forsaken” Interpretada por Jonathan Davis Double Violin e Vocal Improvisation by Shenkar Jonathan Davis appears Shankar appears

“Redeemer” Interpretada por Jonathan Davis Double Violin e Vocal Improvisation by Shenkar Jonathan Davis appears Shankar appears

“System” Interpretada por Chester Bennington Double Violin e Vocal Improvisation by Shenkar Jonathan Davis appears Shankar appears

“Slept So Long” Interpretada por Jonathan Davis Double Violin e Vocal Improvisation by Shenkar Jonathan Davis appears Shankar appears

“Not Meant for Me” Interpretada por Jonathan Davis Double Violin e Vocal Improvisation by Shenkar Jonathan Davis appears Shankar appears

“Body Crumbles” Escrita por Jeff Gutt, Judd Gruenbaum, Brandon Brown, Dan Hartwell e Jeff Blue Interpretada por Dry Cell

“Cold” Escrita por Wayne Wells, Antonio Campos e Kenneth Lacey – Interpretada por Static-X

“Dead Cell” Escrita e Interpretada por Papa Roach

“Stay Down” Escrita por Sunny Phillips e Christian – Interpretada por Candyhateful

“Excess” Escrita por Adrian Thaws e Alanis Morissette – Interpretada por Tricky

“Invitation” Escrita e Interpretada por Robin Casinader

“After” Escrita por Tristah Hervo e Silvere Marcel – Interpretada por Wide Open Cage

“Temptation” Escrita por Frank Fitzpatrick, Diana Williamson e Nikolai Rimsky-Korsakov  Interpretada por Sasha Lazard featuring E-Day

“Headstrong” Escrita por William Martin, Scott Kohler, Guy Couturier e Todd Wyatt  Interpretada por Earshot

“Penetrate”
Escrita por Jason Miller e Ullrich Hepperlin – Interpretada por Godhead

“Down with the Sickness” Escrita por Mike Wengren, Dan Donegan, Dave Draiman e Steve Kmak – Interpretada por Disturbed

“Change (In the House of Flies)” Escrita por Camillo Moreno, Chi Cheng, Abe Cunningham e Stephan Carpenter – Interpretada por Deftones

“Before I’m Dead”
Escrita por Free Dominguez e Bruce M. Somers – Interpretada por kidneythieves

“Forsaken” Escrita e Interpretada por David Draiman David Draiman appears

“Not Meant for Me” Written e Interpretada por Wayne Static Wayne Static appears

Livros:
 “Crônicas Vampirescas”Entrevista com o Vampiro:
 Escrito em 1976, inicia a série sobre “crônicas vampirescas” escrita por Anne Rice. Neste livro, o vampiro Louis, que recusa-se a perder suas características humanas, conta como transformou-se em um vampiro a um repórter.O Vampiro Lestat: A história de Lestat, um aristocrata que resolve tornar-se ator na França Pré-Revolucionária, e torna-se vampiro ao acaso. Conheça sua vida ao longo dos séculos e como se transforma em um ídolo do rock na atualidade

A Rainha dos Condenados: Em A rainha dos condenados, a escritora americana Anne Rice retoma os personagens que a tornaram famosa e faz o livro de maior suspense e densidade de suas Crônicas Vampirescas. Aqui, há vampiros para todos os gostos. Jovens e delinqüentes, como Baby Jenk, da Gangue das Garra, românticos como Armand e Daniel, estudiosos como Jesse, que investiga para a organização conhecida como Talamasca, a história desses seres estranhos, imortais misturados entre mortais, para quem sangue, sexo e morte são elementos indissolúveis do dia-a-dia. Reunidos em torno de Lestat, eles respondem ao chamado de sua música quase hipnótica e correm, ao longo da narrativa de Anne Rice, um perigo difícil de evitar. É que o som de Lestat desperta Akasha, a mãe dos vampiros, a encarnação da força maléfica feminina, disposta a escolher os justos, entre os vampiros, através de um banho de sangue. Mestra da alquimia entre crueldade e poesia, Anne Rice prova em A rainha dos condenados saber fazer em literatura o que Lestat faz em música.A História do Ladrão de Corpos: Neste 4º livro das Crônicas Vampirescas, Lestat, o herói-vampiro, depara-se com uma proposta tentadora: ser humano outra vez, com todos os cinco sentidos alertas, comendo e bebendo à luz do sol.Memnoch: Mais um volume que faz parte das Crônicas Vampirescas. Lestat encontra com Memnoch, que afirma ser o diabo em pessoa. Ele coloca o imortal diante da oportunidade de voltar no tempo, conhecer a criação, visitar o purgatório e escolher entre céu e inferno.

O Vampiro Armand: Este volume das crônicas vampirescas é todo dedicado ao vampiro Armand, a personagem ao mesmo tempo angélica e diabólica que desempenhou um papel importante no primeiro livro da série, o já clássico “Entrevista com o Vampiro”. O livro acompanha a trajetória do vampiro desde sua infância em Constantinopla até ao clímax, nos fatos já relatados pelo vampiro Lestat.Merrick: Anne Rice mescla vampiros e bruxas ligadas ao vodu neste novo romance. Merrick é uma bruxa sedutora e poderosa que conta sua saga para David Talbot, um estudioso do ocultismo que foi transformado em vampiro. Ela tenta trazer a vampira Cláudia, uma mulher presa a um corpo infantil, de volta à vida a pedido do vampiro Louis.

Sangue e Ouro: A mestra do terror gótico moderno, Anne Rice, ao dar seqüência às célebres crônicas vampirescas, conta a história de dois de seus fascinantes e enigmáticos personagens, Marius e Thorne, poderosos Filhos das Trevas. O primeiro deseja vingança contra um antigo inimigo, enquanto o segundo anseia pelo reencontro com sua criadora. Revelando o sombrio mundo dos seres imortais, Sangue e ouro aborda os sofrimentos inerentes à vida eterna.


A Fazenda Blackwood: Um novo livro de Anne Rice, a grande dama do gótico moderno, lançado no Brasil: A fazenda Blackwood. Nessa obra, a história gira em torno de Tarquinn Blackwood, um jovem sedutor e excêntrico, único herdeiro de uma imensa propriedade que leva o nome de sua família e que é assombrada por fantasmas e outras criaturas. Entre as assombrações está Goblin, um espírito manipulador e poderoso que controla Tarquinn desde a infância e cujo poder e fúria se intensificam depois que o jovem é transformado em vampiro. Atormentado, Tarquinn decide procurar o célebre vampiro Lestat em Nova Orleans e pedir sua ajuda. A fim de que Lestat saiba como agir, o rapaz conta para ele a saga da família Blackwood, uma narrativa que leva o leitor da Nova Orleans dos dias de hoje até a antiga Pompéia, passando pela Nápoles do século XIX, em uma vertiginosa teia de traição, mistério e sangue. Em A fazenda Blackwood, Anne Rice, em sua melhor forma, conta a história de um jovem em busca de sua verdadeira identidade. A escritora norte-americana mescla como ninguém suspense, terror e erotismo, criando um inesquecível conto de mistério, luxúria e morte. Formada em Ciência Política e em Escrita pela Universidade de San Francisco, Anne Rice, que nasceu em 1941, publicou seu primeiro romance – o consagrado Entrevista com o vampiro – em 1976.

Cântico de Sangue: Uma história de amor e lealdade promete levar os leitores de Anne Rice de volta à Fazenda Blackwood. Em Cântico de sangue, o vampiro Lestat, seu personagem mais famoso, volta à cena atormentado pela idéia de redenção e tomado por uma paixão inesperada pela bruxa Rowan Mayfair, outra célebre personagem da escritora. Mas para levar o romance adiante, há várias barreiras a serem superadas. A vontade de viver entre os humanos é forte, mas também são muitos os prazeres da imortalidade. Amadurecido o suficiente para tomar a decisão correta, o famoso vampiro insiste em percorrer o longo e tortuoso caminho do conhecimento nesta história repleta de suspense e erotismo.Novos Contos Vampirescos – Pandora: A história de Pandora, vampira de mais de 2000 anos, é relatada por outro vampiro, David Talbot, na Paris do século XXI. A saga começa quando Pandora era uma mortal e vivia em Roma, na época do imperador Júlio César. Ela se apaixona pelo vampiro Marius e juntos vivem um turbulento romance ao longo dos séculos.

Novos Contos Vampirescos – Vittorio: o Vampiro: Oitavo volume das “Crônicas vampirescas”, iniciadas em 1976 com “Entrevista com o vampiro”, levada às telas sob a direção de Neil Jordan, o livro traz a autobiografia de um ser das trevas que encontrou a morte em 1450 em Florença, quando era um garoto de dezesseis anos muito bonito. Vittorio viveu sua infância na casa de Cosimo, “o velho”, que dirigia o banco dos Medici e era mecenas de artistas como Donatello, Brunnelleschi e Michelozzo. Ali viu com seus olhos de criança o encontro entre o Papa Eugenio IV e João VIII, o Patriarca de Constantinopla, que havia vindo de Bizâncio para o Concílio de Trento. E tudo é contado com a displicência de quem devorou quatro séculos de cultura inglesa, o que permite que traduza, em suas palavras, sentimentos mais complexos com a fluência de um filme de Sylvester Stallone. Não é a toa que os livros de Rice sejam tão consumidos e aceitos em escolas ao mesmo tempo que atraem seguidores que os vêem como cult.Novos

Contos Vampirescos – Lasher: Espírito que tem como objetivo se fazer carne, sentir, ter vida, através da concentração de partículas transmutadas nas células do filho de Rowan e Michel. Lasher e suas bruxas fizeram um pacto e uma promessa: ele traria todas as riquezas e lhes concederia todos os favores.

Curiosidades:A cantora e atriz Aaliyah, a Akasha do filme, sofreu um acidente aéreo e faleceu aos 22 anos. O avião caiu enquanto fazia o trajeto Bahamas/Florida e finalizou de forma trágica a carreira de uma artista. O filme A Rainha dos Condenados já estava em fase de pós-produção, por isso não precisou que outra atriz a substitua e foi dedicada a atriz. Mas ela estava prestes a iniciar as filmagens de Matrix 2 e 3. Com a morte da atriz principal do filme, e tendo que dublar algumas falas da personagem Akasha, chamaram o irmão da cantora: Rashad, pois os timbres das vozes são parecidos.
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Assuntos Místicos Generalistas / O Necronomicon-O livro dos Mortos
« Última mensagem por Nice_Man em Dezembro 14, 2019, 11:41:53 »
O Necronomicon
O Necronomicon, também conhecido como "O livro dos Mortos" não é um livro de magias ou feitiços como as pessoas pensam. É um livro de histórias fantásticas contadas de forma impressionante. Até hoje ninguém confirma a veracidade dos fatos contidos no livro e as histórias contadas pelo autor.

O título original do Necronomicon era Al Azif, sendo Azif a palavra usada pelos árabes para indicar aquele som noturno feito por insetos que se supunha ser o uivo de demônios (Djinns ou demônios em forma de gênios).

O livro foi escrito em Damasco por volta de 730 DC por Abdul Alhazred, considerado por muitos um poeta louco. Alhazred visitou as ruínas da Babilônia e os segredos subterrâneos de Mênfis e passou dez anos sozinho no grande deserto do sul da Arábia. O autor desapareceu (ou morreu) poucos anos depois sem deixar vestígios. Diz-se que Alhazred foi agarrado em pleno dia por um monstro invisível e devorado de forma horrível perante uma multidão de testemunhas paralisadas pelo medo.

A primeira tradução para o latim aconteceu em 1487 pelo padre Dominicano, Olaus Wormius. Após isso, H. P. Lovecraft fez a sua versão no século 17. A versão em latin tem mais de 900 páginas e foi escrita em 7 volumes.

O livro conta dezenas de histórias recheadas de misticismo. Uma delas conta que cada estrela é como o sol e possui seus próprios planetas e respectivo sistema, cada Sol então faria parte de uma hierarquia cósmica e espiritual, criando as esferas ou dimensões.

Alguns filmes foram produzidos a partir de histórias do Necronomicon. Evil Dead (A morte do Demônio) conta a história de jovens que encontram o Necronomicon e trazem de volta espíritos da floresta. Re-Animator, um filme que conta a história de um cientista que cria uma formula para trazer de volta a vida pessoas mortas. E até mesmo um filme com o próprio nome do livro.

Depois de tanta polêmica sobre o Necronomicon, sabe-se que ele é mesmo um livro de ficção. Não existe confirmação de algum fato sinistro relacionado com o conteúdo do mesmo. Mas fica sendo registro histórico como um dos maiores livros de horror de todos os tempos.
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Assuntos Místicos Generalistas / Iniciação no Antigo Egipto
« Última mensagem por Nice_Man em Dezembro 14, 2019, 11:40:37 »
O termo Egipcio que designa iniciação é "Besi" que significa literalmente introduzir ou, em certas circunstâncias brotar.

Em sentido literal, o termo Besi é aplicado para designar a passagem de um meio liquido, confinado ou sombrio, para um meio luminoso que é tido como superior.

Em sentido figurado, Besi é aplicado para designar uma passagem entre dois mundos muito contrastantes, implicando uma ideia de transcendência.

A inicição consistia portanto, num movimento ascensional que permitia o contacto com o sagrado, situado num plano cósmico distinto, mais puro e luminoso do que aquele em que vulgarmente se situam os homens.

O verbo Besi evoca deste modo, a criação, a qual pode ter um caracter tangivel e manifestar-se na proliferação das formas de vida vegetal que brotam da terra depois da inundação.

Ser  iniciado implicava, portanto, voltar à origem e submeter-se a uma recriação.

Fonte: Livro "Iniciação e Mistério no Antigo Egipto" - Rogério Sousa
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Assuntos Místicos Generalistas / Como Jesus foi crucificado?
« Última mensagem por Nice_Man em Dezembro 14, 2019, 11:39:53 »
A morte de Jesus teve início bem antes de ele ser pregado na cruz. Primeiro, Jesus foi submetido a um açoitamento, apenas um dos vários castigos que o enfraqueceriam mortalmente. Preso a uma coluna, Jesus teria sido golpeado nas costas com o flagrum, um chicote com várias tiras de couro e com bolinhas de metal ou lascas de ossos nas pontas. Essas pontas penetravam e esfolavam a pele, causando grande hemorragia e atingindo até músculos e ossos. Citada na Bíblia, uma coroa de espinhos colocada em Jesus - provocação dos soldados romanos ao "Rei dos Judeus" - aumentaria a hemorragia.

Para ficar mais firme, ela poderia ter sido fixada a paulada, penetrando veias, artérias e nervos espalhados pela cabeça. Os historiadores que estudam a morte de Jesus acreditam que, ao carregar a cruz, ele tenha levado "só" o patibulum - a parte horizontal, com peso de até 27 kg. O mais provável é que ele tenha arrastado a peça. Se estivesse amarrado a ela, cairia de cara no chão num tombo.

De acordo com as crucificações da época, o mais comum seria Jesus ter sido pregado no patibulum por três soldados. Um ficava sentado sobre o peito do condenado para imobilizá-lo; outro segurava as pernas e o terceiro era responsável por pregar as mãos. Alguns historiadores defendem que Jesus foi pregado pelos pulsos, ao contrário do que indica a Bíblia. Mas o médico-legista americano Frederick Zugibe fez testes provando que daria para sustentar o peso do corpo com pregos fixados na palma das mãos.

A cruz dos romanos era um T, sem "ponta" no alto cruzando a parte horizontal. A base dela já ficava enterrada no chão. O encaixe do patibulum era feito com dois soldados erguendo suas pontas, enquanto o terceiro segurava o corpo da pessoa crucificada. A maneira como foram pregados os pés de Jesus também é polêmica. Zugibe defende que eles foram presos lado a lado, com os pregos cravados entre os ossos metatarsais e as solas encostadas na cruz. Isso teria sido muito mais prático para os soldados romanos. Em várias pinturas, Jesus tem os pés pregados sobre um apoio de madeira. Mas tais quadros só surgiram no século 9.

Não há registos históricos do uso desse apoio. Jesus também morreu rápido demais para ter uma cruz com assento - que prolongava o sofrimento da vítima. Existem várias teorias sobre do coração perfurado a derradeira causa da morte. Segundo Zugibe, que pesquisa o assunto há mais de 30 anos, Jesus teria sofrido uma parada cardiorrespiratória, em função de choques causados por hemorragia, dores agonizantes e desidratação. A Bíblia diz que um soldado enfiou uma lança no peito de Jesus para confirmar sua morte. Do corte teria escorrido água e sangue. A água pode ter saído da pleura, membrana em volta do pulmão, que teria acumulado fluidos durante o açoitamento. O sangue viria do coração perfurado.

A imagem clássica da cruz - com ela não na forma de um T - teria surgido por causa de uma placa pregada no alto da estaca horizontal. Nela estava escrito, em hebraico, grego e latim, "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus" - ou INRI, na abreviação em latim.
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Uma médium britânica promete “contactar” Michael Jackson, William Shakespeare, Kurt Cobain e River Phoenix através do Twitter.

Jayne Wallace vai conduzir sexta-feira (30), véspera do Dia das Bruxas, a primeira sessão espírita no Twitter, durante a qual promete contactar os cantores, o dramaturgo e o actor.

As personalidades foram os escolhidos pelos participantes no Twitter que nos últimos dias responderam ao apelo da loja de fantasias Angels Fancy Dress, de Londres, para seleccionar a quem gostariam de colocar perguntas.

A médium já prometeu reproduzir no Twitter as questões selecionadas e as respostas dos espíritos.
A sessão vai decorrer em twitter.com/tweance a partir das 10:30 e já conta com mais de 1.600 seguidores.

De acordo com a Agência Lusa, os participantes querem perguntar a Kurt Cobain se Coutney Love o mandou matar e a River Phoenix o que aconteceu na discoteca à porta da qual o actor morreu. Os participantes também gostariam de saber sobre que assunto Shakespeare estaria a escrever se fosse vivo.
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